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Causa, Tratamento e Prevenção de Obstrução Recorrente das Vias Aéreas (ORVA) em Equino

Causa, Tratamento e Prevenção de Obstrução Recorrente das Vias Aéreas (ORVA) em Equino 1
V.5, Ed.1, N.105 (2020)

CAUSAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO DE OBSTRUÇÃO RECORRENTE DAS VIAS AÉREAS (ORVA) EM EQUINOS

ALVES JUNIOR, C. D. B.a
a Acadêmico da Faculdade de Veterinária (FAVET) da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Fortaleza.

RESUMO

Doenças respiratórias são muito comuns em cavalos, sejam eles atletas ou não, devido principalmente a algum manejo inadequado, diminuindo assim a sua performance no esporte.

Uma das principais doenças que acometem o sistema respiratório dos equinos é a Obstrução recorrente das vias aéreas (ORVA) também conhecida como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

A patologia é ocasionada principalmente devido ao convívio do animal com partículas que lesionam o trato respiratório dele, partículas essas encontradas principalmente em camas de baixa qualidade e feitas de materiais que propiciam o surgimento e manutenção dessas (maravalha, serragem, casca de arroz etc.) nas baias dos cavalos. Entretanto, apesar das grandes perdas geradas pela ORVA, a maioria dos proprietários e criadores de cavalos não tem total conhecimento da afecção.

E principalmente das suas causas e como prevenir a patologia, dificultando, assim, o tratamento do animal e a sua prevenção.

Palavras-chaves: Cavalo. DPOC. Cama de borracha.

ABSTRACT

Respiratory diseases are very common in horses, whether they are athletes or not, mainly due to some improper handling, thus decreasing their performance in the sport. One of the main diseases that affect the respiratory system of horses is Recurrent airway obstruction (ORVA) also known as chronic obstructive pulmonary disease (COPD).

This pathology is caused mainly due to the animal’s interaction with particles that damage its respiratory tract, particles found mainly in low quality beds and made of materials that provide for the emergence and maintenance of these (shavings, sawdust, rice husks etc.) in the horses’ stalls. However, despite the losses generated by ORVA, some rural producers and veterinarians do not have full knowledge of the condition, mainly of its causes and how to prevent the pathology, thus hindering the treatment of the animal and its prevention.

Keywords: Horse. DPOC. Rubber bed.

 

  1. INTRODUÇÃO:

As doenças do trato respiratório nos equinos podem ser causadas pela combinação de agentes infecciosos e causas predisponentes, como condições climáticas desfavoráveis.

Também pode ser causada pelo estresse do desmame ou do transporte e ambientes mal ventilados e impróprios para a permanência de um cavalo atleta ser alojado, cada qual contribuindo para debilitar os mecanismos de defesa dos equinos (DEEGEN,1984).

Os equinos, atletas ou não, também estão sujeitos a desenvolverem problemas alérgicos assim como os seres humanos. Por isso o cuidado preventivo com a higienização de ambientes de convívio e o trato com os animais são importantes.

Os cavalos podem ser sensíveis a diversas substâncias como a maravalha utilizada como forro para as baias, o pó proveniente das rações em farelos, feno, soja, trigo e pela inspiração de fungos e bactérias onde podem causar manifestações alérgicas (FILHO et al, 2008).

As afecções respiratórias na espécie equina são frequentemente implicadas como uma das causas de fraco desempenho esportivo. A maior frequência ocorre nas doenças do sistema respiratório inferior, como a DPOC (ROBINSON, 2003). São muitos os sinônimos pelos quais é conhecida, entre eles enfisema crônico, bronquite crônica, bronquiolite crônica e obstrução de fluxo de ar recorrente (RADOSTITS, 2002).

A inflamação do complexo traqueobrônquico acompanhada de obstrução é uma ocorrência comum nos equinos, especialmente os mantidos em cocheiras por longos períodos com dieta à base de feno (ROBINSON et al., 1996; LÉGUILLETTE, 2003).

A ORVA já foi descrita em equinos em todo o mundo, recebendo maiores considerações naqueles animais que desempenham atividades atléticas, pois esses animais são submetidos a práticas de manejo que precipitam uma maior incidência da doença, além do fato que a enfermidade influencia diretamente em suas performances (ROBINSON, 2001).

A ORVA ocorre, principalmente, em animais estabulados por longos períodos, alimentados e providos de camas com produtos à base de cereais e/ou capim preservado (KNOTTENBELT & PASCOE, 1998).

Por isso é tão importante transportar animais sem poeiras, substituir a serragem por pisos de borracha, como alguns destes modelos.

  1. CAUSAS E ORIGENS DA ORVA EM CAVALOS ESTABULADOS:

 

A provável etiologia dessa doença é a repetida agressão alérgica às mucosas das vias respiratórias condutoras por contaminantes ambientais inalados/aspirados.

Os especialistas atribuem o desenvolvimento da síndrome à hipersensibilidade a contaminantes ambientais inalados/aspirados, como os esporos fúngicos, pólens, e possivelmente outros materiais protéicos (RADOSTITS, 2002; THOMASSIAN, 2005; FRASER, 1991).

Alguns outros agentes que podem levar ao quadro de ORVA em equinos são os esporos fúngicos, pólens, vírus (principalmente da influenza equina), bactérias (Streptococcus zooepidemicus, Corynebacterium equi e Bordetella bronchiseptica), parasitas com ciclo pulmonar (Dictyocaullus arnfield – fase larvária 4 e Parascaris equorum), fungos (Aspergillus fumigatus, Aspergillus niger, Alternaria, Penicillium e Riffizopus sp) e, possivelmente, outros materiais proteicos produzindo pneumonite alérgica por reação de hipersensibilidade (THOMASSIAN, 2005).

A enfermidade é observada em equinos no mundo inteiro e tende a acometer animais com idade média de oito anos (AINSWORTH e BILLER, 2000), não existindo predileção por raça ou sexo (DAVIS e RUSH, 2002). O achado característico dessa enfermidade é a reversibilidade dos sinais clínicos quando os animais são mantidos em ambiente livre de poeira ou quando retornam à pastagem (LÉGGUILLETTE, 2003).

A análise do lavado broncoalveolar (LBA) e soro de animais acometidos mostra aumento de IgA e IgE em resposta à exposição a estes antígenos consistente com reação de hipersensibilidade do tipo I (COUËTIL e HINCHCLIFF, 2004).

Em equinos, a inalação de endotoxinas e outras substâncias causam maior recrutamento de neutrófilos no LBA do que a inalação de poeira. Em seres humanos, a dose e o momento de inalação de endotoxinas modulam a resposta inflamatória das vias aéreas: crianças expostas a elas tem menor chance de desenvolver asma na fase adulta. Assim como na asma humana, há indícios de que haja susceptibilidade genética para o desenvolvimento da ORVA em equinos (COUËTIL e HINCHCLIFF, 2004).

A inflamação e exsudação bronquiolares, além da própria broncoconstrição durante a expiração, resultam no diâmetro reduzido dos bronquíolos dos animais com ORVA. Isto leva ao colapso precoce da via aérea devido ao aprisionamento de ar nas vias aéreas inferiores. Estes acontecimentos podem culminar em enfisema pulmonar. O fluxo limitado de ar também faz com que o equino tente utilizar sua capacidade pulmonar residual, contraindo a musculatura abdominal para reduzir o volume pulmonar ao fim da expiração (RUSH, 2004).

  1. SINAIS CLÍNICOS:

A doença geralmente é insidiosa no início e tem natureza progressiva. Muitos equinos podem ser levemente afetados ou afetados apenas durante certas estações do ano. Entretanto, episódios “asmáticos” agudos não são raros (FRASER, 1991).

A manifestação inicial da doença pode ser subclínica, e os equinos podem se mostrar alertas e sem febre. O único sintoma pode ser tosse ocasional durante alimentação ou no início do exercício. Com a progressão para o quadro clínico típico, a frequência e a intensidade dos episódios de tosse aumentam (DAVIS e RUSH, 2002).

O reconhecimento da ORVA pode ser difícil, uma vez que alguns sinais clínicos podem ser comuns a várias doenças pulmonares.

São sinais possíveis:

  • Aumento de secreção traqueal e nasal
  • Tosse frequente, intolerância ao exercício
  • Aumento do esforço respiratório e sons respiratórios anormais.

Sendo assim, um histórico relatando a piora do quadro após períodos de estabulamento ou pastejo durante o verão é crucial para identificar a doença (COUËTIL e HINCHCLIFF, 2004).

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   Figura 1 – Equino com sinais de ORVA.                                       Fonte: Equisport. (2019).

                 

 

A manifestação clínica clássica varia de intolerância ao exercício a dispneia crônica durante repouso (MOORE, 1996). Os equinos apresentam-se com tosse crônica, corrimento nasal mucoso a mucopurulento, narinas dilatadas e dispneia expiratória acentuada (RUSH, 1997).

Tosse crônica dissonante e não produtiva, que comumente piora quando o animal se encontra estabulado, é característica desta afecção. Sem tratamento, a gravidade da tosse frequentemente aumenta com o passar do tempo (KNOTTENBELT & PASCOE, 1998)

Equinos afetados desenvolvem quadro de disfunção da ventilação pulmonar e do fluxo sanguíneo. Isso provoca troca gasosa ineficiente, hipoxemia e hipercapnia, devido à obstrução difusa das vias aéreas inferiores.

Para compensar a troca gasosa ineficiente, os animais afetados aumentam sua ventilação/minuto por meio do aumento da frequência respiratória, conforme observado nos três casos descritos. Para inalar o mesmo volume, no mesmo espaço de tempo, há necessidade de uma taxa de fluxo de ar médio mais elevada em face da obstrução das vias aéreas (NYMAN et al., 1991; TREMBLAY et al., 1993; ART et al., 1998; ROBINSON et al., 2000; HOLCOMBE et al., 2001).

Às vezes, os equinos podem apresentar corrimento seroso ou seromucoso proveniente dos pulmões, ou mesmo, corrimento seromucoso sanguinolento em virtude de rompimento de vasos alveolares. (THOMASSIAN, 2005).

Essas alterações podem ser sazonais e mais intensas quando os equinos são mantidos em cocheiras e expostos a camas tradicionais e feno de qualidade ruim e com muita poeira, esporos fúngicos, vapor de amônia e outros estímulos não específicos. O estabulamento de equinos afetados pode levar ao agravamento do quadro clínico em menos de três dias, manifestado principalmente pelo início abrupto de episódios frequentes de tosse (ROBINSON et al., 2003).

Esses sinais clínicos ocorrem com muito mais frequência em animais que são estabulados em baias com camas de maravalha, casca de arroz, serragem, etc, que possuem uma baixa qualidade, provocando, assim, o aparecimento ou agravamento do quadro clínico do cavalo.

  1. DIAGNÓSTICO:

A citologia do LBA é primordial para o diagnóstico final da doença e é preferido ao lavado traqueal (LT) por ser mais representativo da histopatologia pulmonar. Geralmente, é encontrado aumento significativo na proporção de neutrófilos não degenerados, que representam menos de 10% das células encontradas em animais normais e mais de 20% nos acometidos. Bactérias podem ser isoladas, mas não participam da patogênese da doença (Couëtil e Hinchcliff, 2004).

A aspiração traqueobrônquica permanece sendo boa técnica diagnóstica para a avaliação da inflamação das vias respiratórias. Os aspirados traqueobrônquicos exibem aumento no muco e nos neutrófilos, e frequentemente há muitas células multinucleadas, a presença de eosinófilos é inconsistente, e sua ausência não descarta a possibilidade de DPOC alérgica. Os resultados da cultura deverão ser sempre interpretados em conjunto com a citologia e os sinais clínicos do cavalo (FRASER, 1991; ROBINSON, 2003).

Os parâmetros laboratoriais séricos e hematológicos de animais com ORVA estão geralmente normais. Em quadros agudos e graves, os animais podem apresentar hiperfibrinogenemia (Couëtil e Hinchcliff, 2004).

A diferenciação de outras causas de tosse crônica ou descarga nasal (por exemplo, bronquiolite parasitária) é baseada na história e em outros procedimentos diagnósticos como endoscopia, avaliação do exsudado traqueobronquial e radiografias torácicas. Na forma mais sutil, o único sinal clínico pode ser uma hiperpnéia ao descanso (ROBINSON, 2003). A percepção do proprietário para descobrir o fator desencadeante é essencial para o sucesso do manejo (FRASER, 1991; ROBINSON, 2003).

 

  1. TRATAMENTO:

O uso prolongado de broncodilatores sem adoção de rígidas medidas de controle ambiental pode aumentar a quantidade de alérgenos que alcança as pequenas vias aéreas, agravando a inflamação (DAVIS e RUSH, 2002; LÉGUILLETTE, 2003).

As principais medidas ambientais podem ser listadas pela remoção de objetos que provoquem a liberação constante desses alérgenos, dentre esses, vale destacar a cama da baia (maravalha, casca de arroz, serragem, etc) e o feno do animal, que se ambos forem de má qualidade, a patologia continuará progredindo.

A administração de corticosteroides melhora os sinais clínicos, reduz a inflamação das vias aéreas, beneficiando a função pulmonar nos equinos afetados (ROBINSON et al., 2002).

Nos casos com quantidade excessiva de muco nas pequenas vias aéreas, agentes mucocinéticos associados a broncodilatadores podem ser úteis para diminuir a resistência das vias aéreas e aumentar o transporte de mucociliar (Mair e Derksen, 2000).

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 Figura 2 – Equino utilizando broncodilatadores via inalatória para tratamento de ORVA. Fonte: Equisport. (2019).

 

Os animais devem ser mantidos protegidos do vento, principalmente nos meses de inverno, ao ar livre ou baias arejadas. Toda poeira da baia deve ser evitada, e a cama não deve conter partículas que permaneçam em suspensão no ar (THOMASSIAN, 2005).

Uma forma que vêm ganhando bastante espaço no senário atual de prevenção de acúmulo de poeira na baia é a utilização de camas e estrados de borracha nas baias, visto que estas são de fácil manejo sanitário.

A reversibilidade dos sinais clínicos após mudanças rígidas no manejo pode demorar de três a quatro semanas. Esse tempo de remissão está relacionado à idade do equino, a duração da obstrução das vias aéreas e à gravidade da doença (LAVOIE, 1997).

 

  1. COMO PREVENIR ORVA/DPOC EM CAVALOS:

Feno e outros materiais tradicionais de cama têm muita poeira, propícios ao desenvolvimento de fungos termofílicos e esporos de actinomicetos. Muitos desses esporos são pequenos o bastante para alcançarem os bronquíolos e dentro deles depositarem quando aspirados pelos equídeos, iniciando uma reação inflamatória por efeitos irritantes primários (MAIR e DERKSEN, 2000).

Os fármacos administrados possuem apenas efeitos transitórios se medidas especificas de controle da poeira da baia ou do ambiente não forem adotadas (LAVOIE, 1997). Quando o equino susceptível é removido da pastagem ou do ambiente controlado para cocheira com poeira e é alimentado com feno, a obstrução das vias aéreas se desenvolve (AINSWORTH e BILLER, 2000; MAIR e DERKSEN, 2000).

Como é cada vez mais difícil encontrar cama tradicional (maravalha, serragem, casca de arroz, palhas, entre outras) de boa qualidade, a recomendação é, tanto para tratamento como para prevenção de futuros e novos problemas respiratórios instalar cama de borracha que além de possibilitarem a drenagem automática de urina evitam que os cavalos fiquem com contato poeiras, devido ao seu bom manejo sanitário.

Relatos técnicos já comprovam a eficácia do produto com a finalidade de tratamento/prevenção de patologias respiratórias em equinos, como o da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) (Anexo 1).

 

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Figura 3 – Equino em baia apropriada para profilaxia de ORVA.                                       Fonte: Youtube. (2017).

No pequeno percentual de animais que só melhoram lentamente, alterações pulmonares crônicas são provavelmente irreversíveis. Os equinos afetados devem ser mantidos em ambientes livres de poeira pelo resto de suas vidas (FRASER, 1991).

 

  1. CONCLUSÃO:

A Obstrução Recorrente das Vias Aéreas (ORVA) é uma patologia de grande importância na medicina equina, em especial para cavalos atletas. A principal forma de prevenir o aparecimento ou agravamento da ORVA é manter um manejo ambiental adequado, com a utilização de uma cama de baia com cama de borracha (piso emborrachado) e de uma alimentação com feno de boa qualidade, impedindo, assim, que se tenha uma grande quantidade de partículas pendentes no ar inspirado pelo equino.

 

  1. ANEXO:

Causa, Tratamento e Prevenção de Obstrução Recorrente das Vias Aéreas (ORVA) em Equino 14

  • – PARECER TÉCNICO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA DA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA (UNOESTE)

 

 

 

 

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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YOUTUBE – Pisos e estrados de borracha Vedovati para conforto, bem-estar e segurança dos cavalos. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=NnWW3h1BfGw , acesso em: 30 de abril de 2020

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