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Relato de Caso Edição 5º Ano 2020

Reparo Cirúrgico de Fratura Condilar do III Metacarpiano em um Equino Puro Sangue Inglês – Relato de Caso

Reparo cirúrgico de fratura condilar do III metacarpiano em um equino Puro Sangue Inglês: Relato de caso
V.5, Ed.1, N.156(2020)

Reparo cirúrgico de fratura condilar do III metacarpiano em um equino Puro Sangue Inglês: Relato de caso

 

1-Giovanna Costola Horn  2-Jacqueline Costola Horn 3-Gabriela Marchioni

4-Reinaldo de Campos 5-Fernanda P. A. Manzano de Campos

1 Médica Veterinária formada pela Faculdade de Ciências Medicas e da Saúde Universidade Metodista de São Paulo.
2 Médica Veterinária formada pela Faculdade de Ciências Medicas e da Saúde Universidade Metodista de São Paulo.
3 Orientadora e Docente dos Módulos de Clinica Medica de Eqüinos, Cirurgia e Anestesiologia de Eqüinos do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo
4 Formado pela Universidade de São Paulo em 1989 – Com especialização em clínica e cirurgia pela Colorado State University. Há 27 anos trabalhando como clínico autônomo no Jockey Club de São Paulo.
5 Formada pela Universidade de São Paulo em 1994 – Com especialização em diagnósticos por imagens pela Colorado State University.

RESUMO: As lesões musculoesqueléticas têm sido identificadas como o principal problema dos cavalos de corrida. A fratura condilar do III metacarpiano é uma lesão esquelética comum em cavalos de corrida, recentemente foi sugerido que as fraturas condilares na superfície palmar do metacarpo são relacionadas ao estresse e geradas a partir de múltiplas cargas submáximas, em vez de uma única carga catastrófica.

A configuração mais comum para este tipo de fratura é longitudinal parassagital, com incidência significativamente maior de acometimento condilar lateral do que medial. O tratamento cirúrgico geralmente acaba sendo menos dispendioso do que o tratamento conservador, pois a fratura cura mais rapidamente e o cavalo pode retornar ao treinamento e corrida mais cedo. Além disso, a fixação cirúrgica impede que o cavalo se refrature nesta região no futuro.

A fixação é obtida com o uso de parafusos de osso cortical colocados na forma de Lag Screw fixation no plano lateral para medial, estabilizando e comprimindo a fratura.

Palavras-chave: Musculoskeletal Injuries. Lateral Condylar Fracture. III Metacarpal. Horse Racing. PSI. Training. Sliding Screw Attachment.

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­­­­­­­­­­­­­­­­ ABSTRACT: Musculoskeletal injuries have been identified as the main problem for racehorses. Condylar fracture of the third metacarpal is a common skeletal injury in racehorses, it has recently been suggested that condylar fractures on the palmar surface of the metacarpal are stress related and generated from multiple submaximal loads, instead of a single catastrophic load.

The most common configuration for this type of fracture is parasagital longitudinal, with a significantly higher incidence of lateral than medial condylar involvement. Surgical treatment usually ends up being less expensive than conservative treatment, as the fracture heals more quickly and the horse can return to training and running sooner. In addition, surgical fixation prevents the horse from refracting in this region in the future.

Fixation is achieved with the use of cortical bone screws placed in the form of Lag Screw fixation in the lateral to medial plane, stabilizing and compressing the fracture.

Keywords: Musculoskeletal Injuries. Lateral Condylar Fracture. III Metacarpal. Horse Racing. PSI. Training. Sliding Screw Attachment.

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RESUMEN: Las lesiones musculoesqueléticas se han identificado como el principal problema para los caballos de carreras. La fractura condilar del tercer metacarpiano es una lesión esquelética común en los caballos de carreras, recientemente se ha sugerido que las fracturas condilares en la superficie palmar del metacarpiano están relacionadas con el estrés y se generan a partir de múltiples cargas submáximas, en lugar de una sola carga catastrófica.

La configuración más común para este tipo de fractura es la parasagital longitudinal, con una incidencia significativamente mayor de afectación condilar lateral que medial. El tratamiento quirúrgico generalmente termina siendo menos costoso que el tratamiento conservador, ya que la fractura se cura más rápidamente y el caballo puede volver a entrenar y correr antes.

Además, la fijación quirúrgica evita que el caballo se refracte en esta región en el futuro. La fijación se logra con el uso de tornillos de hueso cortical colocados en forma de fijación de tornillo de tracción en el plano lateral al medial, estabilizando y comprimiendo la fractura.

Palabras clave: Lesiones musculoesqueléticas. Fractura condilar lateral. III Metacarpiano. Las carreras de caballos. PSI. Formación. Fijación de tornillo deslizante.

 

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Reparo Cirúrgico de Fratura Condilar do III Metacarpiano em um Equino Puro Sangue Inglês - Relato de Caso 1

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